Primeira Pessoa do Plural, EPiC: Elvis Presley e outras estreias para esta semana

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Mateus e Irene estão quase de partida para umas férias num paraíso tropical, que decidiram fazer para celebrar mais um aniversário de casamento. Mas, na véspera da viagem, ambos começam a sentir febres, desmaios e alucinações, sintomas aparentemente resultantes das vacinas que tomaram. Esse mal-estar físico vai dar origem a um certo desalento, tornando estranho e imprevisível o que construíram durante os 20 anos de vida em comum.

Em competição no Festival de Cinema de Roterdão, um drama conjugal produzido por Luís Urbano e Sandro Aguilar (A Zona, Mariphasa), que assume também a realização e o argumento. O elenco conta com Albano Jerónimo, Isabel Abreu, Eduardo Aguilar, Carla Maciel, Cláudio da Silva e Cláudia Efe. Críticas, salas e horários

Baz Luhrmann (​Romeu e Julieta, Moulin Rouge, Austrália, O Grande Gatsby) regressa com este documentário musical para mais um retrato de Elvis Presley (1935-1977). A partir de imagens de arquivo, combinadas com filmagens e áudios descobertos durante as pesquisas para o filme Elvis, realizado por si em 2022 e protagonizado por Austin Butler, o realizador procura que, desta vez, seja o próprio a dar a sua versão dos acontecimentos.

Com sequências inéditas de alguns dos concertos e digressões mais emblemáticas, combinadas com gravações de Elvis, Luhrmann constrói uma experiência cinematográfica que é também um espectáculo musical.

Estreado internacionalmente no Festival de Cinema de Toronto (TIFF) em Setembro de 2025, o filme foi exibido em Graceland, a propriedade da família Presley em Memphis, Tennessee, a 8 de Janeiro de 2026, data em que se assinalou o 91.º aniversário do nascimento do cantor. Críticas, salas e horários

Quatro gerações de raparigas crescem ligadas à mesma casa, numa quinta isolada na região da Altmark, na Alemanha. Alma, Erika, Angelika e Lenka pertencem à mesma família e viveram ali em épocas distintas, entre a década de 1910 e a de 2020. Situado sempre nesse espaço, o filme segue uma estrutura não linear, deslocando-se entre quatro períodos das suas vidas. Através de memórias, rituais repetidos e traumas partilhados, as suas existências entrelaçam-se.

Prémio do Júri no Festival de Cinema de Cannes, Olhar o Sol foi nomeado nas categorias de melhor filme, realizador e argumento nos European Film Awards. A realização cabe a Mascha Schilinski, que assina o argumento em colaboração com Louise Peter. As interpretações são de Hanna Heckt, Lena Urzendowsky, Laeni Geiseler, Susanne Wuest, Luise Heyer e Lea Drinda. Críticas, salas e horários

Linda (Rose Byrne) é psicoterapeuta e esforça-se por dar o melhor de si aos seus pacientes. Numa tentativa de não ceder à ansiedade e perder o controlo da própria vida, divide-se entre os cuidados da filha – uma criança exigente, com vários problemas emocionais –, as pressões do quotidiano, agravadas pelo parco apoio de um marido (Christian Slater) quase sempre ausente, e as sessões com o seu próprio terapeuta (o apresentador e comediante Conan O’Brien), que se revela pouco atento às suas dificuldades. À medida que os dias se tornam cada vez mais exigentes, acompanhamos a forma como, lenta e inexoravelmente, Linda se encaminha para um agonizante colapso físico e psicológico.

Estreado no Festival de Cinema de Sundance (EUA) e em competição no 75.º Festival de Berlim, onde Byrne recebeu o Urso de Prata para melhor actriz, este drama é realizado por Mary Bronstein. Delaney Quinn, Danielle Macdonald, Christian Slater e A$AP Rocky completam o elenco. Críticas, salas e horários

Entre 2011 e 2024, mais de 14 milhões de sírios abandonaram o seu país em busca de segurança. Amira, médica em Alepo, vê-se forçada a fugir com a filha depois de uma bomba destruir a sua casa e matar toda a família. Esta tragédia acaba por uni-la a outras quatro pessoas: um contrabandista empenhado em salvar uma criança que lhe foi confiada, um poeta à procura de um lugar a que possa chamar lar, um soldado dividido entre o dever e aquilo que lhe dita a consciência e um capitão da guarda costeira que tenta conciliar a obediência com o sentido de justiça. Assim, num pequeno barco à deriva no Mediterrâneo, numa noite como tantas outras, o sofrimento cruza-se com a esperança de dias melhores.

Um drama sobre a crise dos refugiados provocada pela Guerra Civil na Síria que marca a estreia de Brandt Andersen na realização e na escrita do argumento. No elenco estão os actores Yasmine Al Massri, Yahya Mahayni, Ziad Bakri, Constantine Markoulakis, Jason Beghe, Ayman Samman e Omar Sy. Críticas, salas e horário

Estamos em 1939, em plena Segunda Guerra Mundial. Lubo Moser, um artista nómada de etnia cigana ieniche, é convocado para o serviço militar no exército suíço. Durante a sua ausência, descobre que as autoridades retiraram os seus filhos como parte do programa nacional Kinder der Landstrasse, uma iniciativa eugenista que visava a assimilação forçada de crianças ieniche. Ao tentar protegê-los, a sua mulher é assassinada. Destroçado, Lubo resolve enfrentar tudo e todos para vingar a morte da mulher e recuperar os filhos.

Estreado no Festival de Cinema de Veneza, onde esteve em competição, este drama histórico, realizado por Giorgio Diritti, baseia-se no livro Il Seminatore, do italiano Mario Cavatore. Com Franz Rogowski como protagonista, o elenco conta ainda com Christophe Sermet, Valentina Bellè e Noémi Besedes. Críticas, salas e horários

Depois de os EUA detonarem acidentalmente uma arma experimental na costa oriental da Tasmânia (Austrália), a cidade de Hobart é destruída e os habitantes que não são imediatamente mortos, ficam catatónicos. Na esperança de encontrar Mitch, o marido desaparecido, Ava Newman voluntaria‑se para integrar uma equipa militar responsável por recolher e sepultar os corpos espalhados pelo país. Enviada para o norte da ilha, Ava atravessa paisagens totalmente arrasadas e zonas de quarentena. O perigo ganha novas proporções quando alguns cadáveres se reanimam, revelando um inexplicável desejo de matar.

Um filme de terror com realização e argumento de Zak Hilditch, com as actuações de Daisy Ridley, Mark Coles Smith, Brenton Thwaites, Matt Whelan, Kym Jackson, Holly Hargreaves e Deanna Cooney. Críticas, salas e horários

Ao encontrarem um antigo apito da morte de origem asteca, um grupo de estudantes liberta um som macabro que invoca as manifestações das suas próprias mortes, que passam a persegui-los de forma implacável. À medida que o número de vítimas aumenta de forma alarmante, o pânico instala-se. Sem alternativa, os jovens vêem-se obrigados a investigar a origem e a história do artefacto, na esperança de pôr fim à maldição.

Este filme de terror sobrenatural, realizado por Corin Hardy (The Hallow, The Nun – A Freira Maldita) a partir de um argumento de Owen Egerton, conta com as interpretações de Dafne Keen, Sophie Nélisse, Sky Yang, Jhaleil Swaby, Ali Skovbye e Percy Hynes White. Críticas, salas e horários

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