Rita M. (nome fictício) estava a fazer presença protectora (assim chamado porque, em teoria, a presença de voluntários ajuda a dissuadir ataques de colonos) na comunidade beduína de Khirbet Humsa, junto a uma tenda onde dormia uma activista norte-americana e um homem palestiniano. Pouco passava da 1h da manhã, na madrugada da última sexta-feira, 13 de Março, quando, antes de acabar o seu turno, a portuguesa de 25 anos foi alertada por gritos. “Tentei avisar o palestiniano que estava na tenda, mas foi tudo muito rápido, e quando percebi já estava um grupo de colonos, com caras tapadas, a atacar-nos. Eram dois em cima de cada um de nós”.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com



