“É impossível, com tudo o que se passa, vivermos como se nada fosse. Pelo menos eu não consigo”, declara Roselyn Silva, enquanto fala da sua colecção desenhada totalmente a preto e branco. “No fundo, isto sou eu a pedir ao observador para encontrar o amor no contraste. Faz-nos reflectir sobre estes opostos, contrastes e divisões que estamos a viver”, continua a designer, que abre a passerelle do último dia da 66.ª ModaLisboa, neste domingo. É apenas a sua segunda participação, mas engana-se quem pensa que é uma novata nestas andanças: já conta com uma década de trabalho na moda. “Preferi gastar mais tempo a criar uma marca do que a promovê-la”, declara.
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