Rui Zink: “Devo ser má pessoa: vibro quando o mundo está num cataclismo”

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De início, a inspectora Judite Furriel tem de lidar com uma série de linchamentos que ocorrem na cidade de Lisboa. Todos começam com um boato, logo tomado por verdadeiro, e com uma consequência: a vontade de justiça imediata e pelas próprias mãos torna-se imparável. Mas, depois, Olga Salva o Mundo, o novo romance de Rui Zink, transforma-se. Sem perder o fio narrativo, nem a coerência, muda de registo, às vezes até de personagens. Abre-se espaço para uma história de amor entre dois imigrantes, para um folhetim de milícias fascistas à procura de salvar a nação, para uma parábola com contornos de ficção científica e até para apontamentos queirosianos. Tudo, claro, na verve e na graça que sempre caracterizaram um escritor que, com este novo livro, assinala 40 anos de vida literária.

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