Não há volta a dar. Quando estão em causa situações críticas como as que agora acontecem em 69 municípios do país, aplica-se a máxima de Pedro Passos Coelho: “Que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal.” A campanha da segunda volta das presidenciais é vítima desta fatalidade, com os candidatos subjugados pela agenda da tragédia, ignorados pelo impacte da sua dimensão ou submetidos ao difícil equilíbrio entre a comoção com o sofrimento e o seu plano para ganhar votos. Na política, como na vida, é na gravidade das situações que se revela a têmpera de quem governa, ou de quem quer governar ou presidir. António José Seguro e André Ventura mostraram o que são ou não são capazes, como António Costa ou Marcelo Rebelo de Sousa o fizeram em Pedrógão.
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