
O Governo continua a afastar, pelo menos até ver, a necessidade de um Orçamento rectificativo. O comboio de tempestades que fustigou o país no início deste ano colocou em cima da mesa a eventual necessidade de ajustar as contas públicas para responder aos efeitos da intempérie. Depois do mau tempo, vieram tempos piores com a acção militar contra o Irão, a consequente escalada de tensão no Médio Oriente e o agravamento de preços a fazerem pairar no horizonte a ameaça de nova crise inflacionista.
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