Conta a mitologia grega que Argos Panóptes era um gigante com cem olhos cuja vigília não conhecia interrupção. Quando parte do seu olhar cedia ao cansaço, outra permanecia desperta, imune à distracção, alheia à fadiga. O seu poder não residia na força, mas na persistência implacável do seu olhar, que recusava a sombra e convertia a existência em exposição incessante.
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