Propostas como a redução da semana de trabalho de 40 para 35 horas, o aumento do período mínimo de férias para 25 dias úteis e a reposição das indemnizações por despedimento aos valores pré-troika são, à primeira vista, politicamente apelativas. Prometem mais tempo livre e maior previsibilidade laboral. Num país que perde jovens qualificados para o exterior, o argumento é simples e eficaz.
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