Trump desencadeou uma crise global. Portugal não está imune

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1. Quando anunciou as medidas destinadas a compensar o choque provocado pela guerra no Médio Oriente na subida do preço dos combustíveis, o primeiro-ministro deixou uma frase que a comunicação social foi repetindo: “Somos um oásis de estabilidade económica e financeira”. O Governo acaba de apresentar um excedente que 0,7 por cento do PIB no exercício financeiro do Estado referente a 2025. A dívida pública continua a baixar. Basta que não haja défice orçamental. O país aprendeu com o desastre das contas públicas em 2010, na sequência da crise financeira internacional de 2008. As contas públicas equilibradas passaram a integrar os programas dos sucessivos governos, sejam eles liderados pelo PS ou pelo PSD. Já no que respeita à economia, de que também fala Luís Montenegro, ela continua a ser frágil, com o emprego, incluindo o de milhares e milhares de imigrantes, a garantir a estabilidade financeira e o crescimento. O reverso da medalha é a fraca produtividade do trabalho, com salários teimosamente baixos para a esmagadora maioria dos portugueses. Continuamos a ter uma economia muito vulnerável a qualquer choque externo.

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