Trump vai ter “o melhor salão de baile em qualquer parte do mundo”

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Entre fazer guerra ao Irão, ameaçar Cuba e pressionar os democratas a mudarem o sistema eleitoral nos Estados Unidos, Donald Trump ainda arranja tempo para o design de interiores.

O Presidente norte-americano garante que o novo salão de baile da Casa Branca, que tem um custo estimado de 400 milhões de dólares (cerca de 347 milhões de euros), o dobro do que foi inicialmente divulgado, será capaz de impressionar Presidentes de todo o mundo e mesmo monarcas como o rei Carlos III de Inglaterra.

Na sexta-feira, o Presidente recebeu dezenas de agricultores na Casa Branca, para um evento chamado Celebração da Agricultura, a quem explicou que o seu salão de baile, “quando estiver concluído, será o melhor salão de baile em qualquer parte do mundo”.

“Assim, quando o Presidente da China, de França, quando alguém vem do Reino Unido, incluindo o rei — temos o rei a vir muito em breve, o rei Carlos — podemos ter, por exemplo, uma grande sala [para os receber], porque a Casa Branca é incrível, mas nunca teve um salão de baile”, afirmou Trump, citado pelo The Independent.

“Adoro construção. Adoro construir coisas bonitas”, afirmou o Presidente, que entregou o projecto ao atelier de arquitectura Shalom Baranes, de Washington DC.

No ano passado, Trump ordenou a demolição da ala este da residência oficial dos Presidentes dos Estados Unidos para abrir espaço para o salão de baile de cerca de 8361 m² que, de acordo com as imagens reveladas até agora, será todo em tons de dourado.

O edifício, construído em 1902, no mandato de Theodore Roosevelt, foi demolido em Outubro e deverá dar lugar a um salão com capacidade para reunir 650 pessoas, mais 450 do que aquilo que havia até agora, segundo a Administração Trump.

Apesar de haver uma acção em tribunal contra a construção deste salão por parte do National Trust for Historic Preservation, a construção tem prosseguido, embora sem data de conclusão prevista – no comunicado em que foi anunciado, dizia-se apenas que o salão estará concluído “muito antes do término do mandato” de Trump.

Seguramente não ficará pronto a tempo da visita oficial de Carlos III, no final de Abril, que, segundo o New York Post, terá duração de três dias, incluindo um jantar de Estado na Casa Branca, um discurso numa sessão conjunta do Congresso e uma visita ao memorial às vítimas do atentado de 11 de Setembro de 2001, em Nova Iorque.

Na quinta-feira, o New York Times também noticiou que entre as muitas alterações que Trump já fez e tenciona fazer na Casa Branca está a transformação da Sala dos Tratados (local de reunião para diplomatas e estadistas e onde muitos tratados têm sido assinados pelos Presidentes norte-americanos) num quarto de hóspedes com casa de banho privativa.

Donald Trump já imprimiu muito do seu gosto pessoal à Casa Branca. Depois de ter decorado a Sala Oval em tons de dourado e de ter mandado pavimentar o relvado do icónico Jardim das Rosas transformando-o num pátio, o Presidente também remodelou a casa de banho do Quarto Lincoln, com mármores e ouro.

Além disso, adicionou pavimentos de mármore e lustres de cristal à Sala das Palmeiras (sala de recepção usada antes ou depois de eventos oficiais) e está a planear um novo centro de triagem de segurança para visitantes da Casa Branca com perto de 3066 m².

De acordo com a CNN, esta nova instalação de triagem seria subterrânea e teria uma entrada com sete vias. Exigiria que os visitantes e grupos de turistas passassem por baixo de um parque próximo do edifício antes de acederem ao recinto para visitas ou eventos.

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