A Berlinale tem um problema sem solução à vista: como ser um festival “político” sem ser um festival “politizado”? Como navegar, na actual paisagem alemã, os obstáculos de um discurso polarizado desde os eventos do 7 de Outubro de 2023? De nada serve à directora do Festival de Cinema de Berlim, Tricia Tuttle, querer trazer o cinema para o primeiro plano quando a agenda mediática corre noutra direcção, quando a sisudez dos filmes de prestígio de tema social — a família como símbolo e sintoma da sociedade — parece contaminar todo o programa e sugerir um certame que quer tomar o pulso ao mundo mas sem criar muitas ondas.
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