Há sempre alguma coisa que eleva os Jogos Olímpicos para lá do “mero” mega-evento desportivo. Os exemplos mais citados são os Jogos de 1936, em Berlim, que foram um exercício de propaganda em benefício do nazismo, ou os Jogos de Moscovo em 1980, com o boicote do bloco ocidental que teria resposta nos Jogos de Los Angeles quatro anos depois por parte dos países na esfera soviética. E qual é a camada política que cobre os Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina, cuja cerimónia de abertura se realiza nesta sexta-feira em San Siro? Pelo menos duas. Fim da exclusão da Rússia e da Bielorrússia? Fala-se disso. Presença do ICE em território italiano? Não se fala de outra coisa.
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