Numa eleição entre dois candidatos, a única certeza sobre o resultado final é que um ganha, outro perde. Esta singela e lógica dedução faz parte das regras da democracia, excepto quando em causa um dos candidatos é André Ventura. Aí, como aconteceu nas autárquicas, menos importante do que o resultado é a especulação sobre o que esse resultado significa para o futuro. Parece andar no ar uma profecia condenada a autocumprir-se: aconteça o que acontecer, Ventura ganha sempre porque está, ou estava, estabelecido inconscientemente no país que um dia ele vai ser primeiro-ministro. In dubio, pro Ventura, escreveu Francisco Mendes da Silva numa síntese perfeita desta atitude.
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