Fosse apenas a votação dos emigrantes a contar e o futuro chefe de Estado seria o líder do Chega, André Ventura, que conseguiu 51,88% da preferência dos emigrantes, graças a mais 3057 votos do que os arrecadados por António José Seguro, de acordo com os resultados desta segunda-feira, quando ainda faltava contabilizar sete dos 107 consulados. E, mesmo considerando que apenas 4,74% dos emigrantes inscritos foram votar, o que torna difícil antever como seriam os resultados perante uma votação mais alargada, o geógrafo Jorge Malheiros, da Universidade de Lisboa, admite que o mais provável é que uma afluência mais expressiva dos emigrantes às urnas não levaria a resultados muito diferentes. “Há alguma correspondência de voto, do ponto de vista do perfil que conhecemos dos nossos emigrantes nos grandes países de destino”, justifica.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com






