Viktor Orbán consolidou nos últimos dezasseis anos um regime iliberal sustentado sobre a captura da administração pública, pressão sobre imprensa e as universidades, politização dos tribunais e alterações constitucionais para benefício eleitoral próprio. A Constituição de 2011 blindou cargos-chave. A arquitetura eleitoral, remodelada, combina um parlamento unicameral reduzido com um reforço deliberado dos círculos uninominais, o redesenho estratégico dos distritos, o fim da segunda volta e alteração do mecanismo de compensação, concebendo uma lógica estruturalmente favorável ao partido no poder. Os aliados usufruem de recursos e privilégios, desde o genro do primeiro-ministro ao empresário Lőrinc Mészáros.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com



