Sem novas medidas de prevenção e modelos de diagnóstico precoce, estima-se que, em 2050, quase 38 em cada mil portugueses vivam com alguma forma de demência, segundo projecções da Alzheimer Europe. Especialistas alertam para um subdiagnóstico significativo da população, para a ausência de medidas preventivas e desigualdades no acesso aos cuidados médicos — num contexto em que Portugal apresenta a segunda população mais envelhecida da União Europeia. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) identifica estas e outras fragilidades nas políticas de saúde em Portugal, e noutros países-membros, no relatório Policies for People with Dementia Across OECD Countries 2026.
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