1. No dia 24 de Fevereiro de 2022, Volodymyr Zelensky não era um nome familiar para uma vasta maioria, incluindo nas democracias ocidentais. Era apenas o Presidente eleito pelos ucranianos em 2019 com uma maioria esmagadora (73,3%). A Ucrânia estava na agenda de preocupações dos governos europeus, mas não certamente nos primeiros lugares. A anexação da Crimeia pela Rússia e a intervenção militar russa no Leste da Ucrânia, em 2014, provocaram algum alarme, mas não o suficiente para que uma maioria de governos europeus deixasse de acreditar que poderiam levar Vladimir Putin ao bom caminho, através do diálogo e da cooperação económica. As vozes vindas dos países que tinham vivido sob ocupação soviética até 1990 e que avisavam para a verdadeira natureza do regime de Moscovo eram desvalorizadas ou mesmo ignoradas.
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