O tiroteio ocorrido no jantar dos correspondentes da Casa Branca, num hotel em Washington, D.C., uniu personalidades de todos os quadrantes políticos na condenação ao ataque ocorrido durante o evento, no qual marcava presença o Presidente norte-americano, Donald Trump, e a sua mulher, Melania, mas o vice-presidente, J.D. Vance e de muitos outros altos funcionários do governo, além de centenas de jornalistas e celebridades.
Um homem, entretanto, identificado como Cole Tomas Allen, 31 anos, avançou contra agentes da segurança no exterior do salão de baile onde decorria a gala anual da imprensa, acabando por ser neutralizado. Um agente foi alvejado, mas “foi salvo” pelo colete à prova de bala, referiu o Presidente norte-americano, que, aos jornalistas, avaliou que o seu emprego é de “elevado risco”, embora nada indique que Trump fosse o alvo do suspeito.
O presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Mike Johnson, que se encontrava no evento com a mulher, Kelly, disse que os dois estavam “a rezar pelo nosso país”, e o líder democrata na mesma arena política, Hakeem Jeffries, declarou que “a violência e o caos na América têm de acabar”.
Pelo mundo fora, as autoridades israelitas manifestaram rapidamente solidariedade e condenaram o ataque. “Israel está lado a lado com os Estados Unidos e com Trump”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Gideon Sa’ar, enquanto o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, disse que ele e a sua esposa “ficaram chocados com a tentativa de assassínio do Presidente Donald Trump” e aliviados por estarem “a salvo e fortes”.
Os vizinhos do Canadá também destacaram que “a violência política não tem lugar em nenhuma democracia”. “Os meus pensamentos estão com todos aqueles que ficaram abalados com este acontecimento perturbador”, afirmou o primeiro-ministro do país, Mark Carney. E, na Venezuela, a presidente interina, Delcy Rodríguez, que assumiu o poder depois de os EUA terem raptado e detido Nicolás Maduro em Janeiro, afirmou: “A violência nunca é uma opção para aqueles que defendem os valores da paz.”
Deste lado do Atlântico, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestou alívio pelo desfecho e apreço pela intervenção rápida das equipas de segurança. E a chefe da política externa da UE, Kaja Kallas, destacou que “um evento destinado a homenagear a imprensa livre nunca deveria tornar-se um palco de medo”.
Já do Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer, que se manifestou “chocado com as cenas” de violência no evento, não hesitou em condenar o ataque. “Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais severos possíveis.” E, em vésperas de uma visita de Carlos III, os EUA já deixaram a garantia de estarem preparados para receber o monarca com o nível de segurança exigido.
Também Portugal já se manifestou sobre o incidente, com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, a escrever nas redes sociais que “a democracia e quem a defende não podem tolerar nem transigir com violência política”.
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