A casa e a criança são temas centrais na obra de Regina Guimarães. Cruzam a sua poesia e foram as últimas palavras nesta conversa feita na biblioteca do pai. Sentada diante de um computador, rodeada de livros, quadros, de muitos objectos de todas as vidas que por ali foram passando, a casa e a criança, nunca proferidas desta maneira, alimentaram esta entrevista em vésperas do lançamento de um novo livro, Caderno das Clareiras (ed. Exclamação) e de uma homenagem a alguém cujo percurso resiste a um alinhamento simples. Não porque faltem livros, mas porque a obra de Regina Guimarães se distribui por muitas zonas de contacto. Está entre a poesia e o teatro, a tradução e a escrita original, o filme e o ensino, muitas vezes em regime de colaboração.
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