O futuro à IA pertence? Mas a nossa vontade deve contar

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A Física ainda não permite viajar no tempo: ainda é improvável ir ao passado ou ao futuro, e voltar. Mas, como Aristóteles afirmou num tempo passado, “é provável que coisas improváveis aconteçam”. Foi o que pensei ao ler no PÚBLICO de 6 de Abril o título do artigo do meu colega Arlindo Oliveira (A.O.), “Regresso do futuro”. Mas, na verdade, o texto dá conta de um já “futuro presente” na China e em outros países da Ásia. Um futuro resultante do uso intensivo de novas tecnologias, em especial da inteligência artificial (IA). O referido texto constitui uma excelente contribuição para a nossa reflexão sobre a preparação dos “presentes futuros” noutras partes do planeta, como no nosso “velho mundo”. É isso que tento fazer, motivado pelo artigo de A.O.

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