Um processo, que como muitos outros não chega à comunicação social, é a institucionalização da infantilização dos adultos pelo Estado, pela banca, pela publicidade. O mais grave é, obviamente, o do Estado, que ainda recentemente definiu a idade da juventude como estendendo-se até aos 35 anos. Na banca, há casos em que vai até aos 38 para concessão de empréstimos. Por todo lado, na retórica sobre os jovens, a qualificação dessa idade vai muito dentro dos 30 anos. Já pensaram — uma actividade em risco nos dias de hoje — no que hoje isso significa?
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