Governo admite falhas nas tempestades e fala em câmaras “exauridas” por atraso nos apoios

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Luís Montenegro tentou, nesta quarta-feira, passar a imagem de quem parece ter aprendido alguma coisa com a catástrofe das tempestades, ao mesmo tempo de que tenta descartar responsabilidades nos atrasos que continuam a motivar queixas das populações afectadas. No primeiro debate quinzenal depois de conhecido o relatório (crítico) de António José Seguro sobre a Presidência Aberta na região Centro, o chefe do Governo admitiu que “nem tudo correu bem” na resposta no terreno, afirmou-se “muito insatisfeito” com a taxa de execução de 40% da reabilitação de casas, argumentou que foi uma situação “inédita”, lamentou a falta de meios técnicos e humanos das autarquias para lidar com a devastação e a reconstrução, e deixou o aviso de que a época de incêndios vai ser complicada.

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