De Março a Junho, de segunda a sexta-feira, quando o relógio bate as nove da noite, André Serra troca a jaleca de chef do restaurante Áurea by Art Legacy, na baixa lisboeta, por uma t-shirt e um casaco da Marcha de São Vicente e sobe a colina até ao bairro que o viu nascer, onde já não mora desde 2017, mas ao qual ainda tem muitas ligações. “Hoje vivo noutra zona da cidade, mas o bairro nunca vai sair de mim”, frisa à Fugas. Das 21h30 às 23h30, o foco passa das receitas para os passos e para a letra da marcha.
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