Onde pára o cinema político? Três dias para começar a recuperar a nossa memória

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Onde estávamos no 1.º de Maio de 1976? Memória, precisa-se! Quem frequentou a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção sobre colonialismo e racismo, África descolonizada e América Latina, fascismo e repressão, o cinema a correr num fluxo de solidariedade intercontinental? Foram nove dias com mais de 150 títulos no Pavilhão dos Congressos do Estoril e um ambicioso programa — Helvio Soto, Patricio Guzmán, Jorge Sangines, Chris Marker, mais os filmes do colectivo de produção Slon, René Vautier, Joris Ivens, A. Medvedkine ou a ficção Os Carabineiros, de Jean-Luc Godard.

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