A hegemonia do Bayern na Alemanha foi actualizada: 13.º título em 14 épocas

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O Bayern Munique conquistou neste domingo o seu 35.º título de campeão da Alemanha, confirmado com um triunfo (4-2) sobre o Estugarda, no Allianz Arena, a aproveitar da melhor forma a derrota averbada pelo perseguidor Borussia Dortmund, na véspera, na 30.ª jornada.

Com quatro rondas por disputar (e um total de 12 pontos), o conjunto bávaro, orientado por Vincent Kompany, ficou com 15 de avanço (79 contra 64) sobre o rival, que perdeu os dois últimos encontros. O de sábado (2-1 na visita ao Hoffenheim) deixou o título do Bayern pendurado por um empate, acabando por confirmar-se a supremacia bávara – basta dizer, a esse respeito, que é o 13.º título nas derradeiras 14 épocas (falhou somente em 2023-24).

Em Munique, frente a um adversário que, a meio da semana, afastou o Real Madrid nos “quartos” da Liga dos Campeões, o Estugarda de Tiago Tomás entrou destemido e aos 21 minutos adiantou-se no marcador, com Chris Fuhrich a ser desmarcado na esquerda e a atirar cruzado para o fundo das redes.

A recuperação do Bayern não tardou e surgiu pelos pés do português Raphael Guerreiro, que surgiu na pequena área a emendar um cruzamento na esquerda, aos 31’.

Volvidos somente dois minutos, um mau passe permitiu um contra-ataque do Bayern conduzido pelo ex-portista Luis Díaz, que acabaria por oferecer a possibilidade de golo ao senegalês Nicolas Jackson.

O Estugarda sofreria um terceiro golo, aos 37’, com Luis Díaz a assistir para o remate de Alphonso Davies, que desviou num adversário e se tornou indefensável. E aos 52’ foi o inevitável Harry Kane a marcar também, numa oportuna recarga após lance confuso na área, enquanto o espanhol Chema Andres fixou, aos 89’, o 4-2 final, que deixa o Estugarda no quarto lugar, com direito a disputar a Liga dos Campeões da próxima época, mas com apenas dois pontos de folga face ao Hoffenheim.

Cumprida a “formalidade” de ganhar o campeonato, o Bayern parte agora mais “leve” para o que resta da época, que ainda é muito. Já na quarta-feira terá de bater-se com o Bayer Leverkusen nas meias-finais da Taça da Alemanha. E no final do mês, no dia 28, viaja para França para defrontar o PSG na primeira mão das meias-finais da Liga dos Campeões.

“A época ainda não terminou, ainda há troféus para conquistar”, alertou Vincent Kompany, depois de vencer a segunda Bundesliga consecutiva como treinador do Bayern. “Não queremos parar por aqui. Vêm aí semanas decisivas e estamos ansiosos que cheguem, mas também sabemos quão difíceis serão”.

A exigência de Kompany tem dado frutos. O Bayern não só manteve a veia ganhadora em 2025-26, como lhe acrescentou o recorde de golos marcados numa edição da Bundesliga: são já 109 e ainda faltam quatro jornadas para o final – a marca anterior (101) também pertencia ao Bayern, claro, mas tinha sido fixada em 1971-72, com o contributo de lendas como Franz Beckenbauer, Gerd Muller e Uli Hoeness.

“Teremos tempo suficiente para celebrar o que alcançámos, mas agora é tempo de pensarmos no que ainda podemos atingir. Os jogadores têm de recuperar e preparar-se para o jogo com o Leverkusen, mas podem sempre beber um bom copo de vinho tinto à noite e ir trabalhar no dia seguinte”, desafiou, já mais descontraído, Vincent Kompany.

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