
Há mais de uma década que o smartphone domina a nossa relação com o mundo digital. É o ecrã para onde olhamos dezenas de vezes por dia. Concentra mensagens, trabalho, pagamentos, entretenimento, fotografia e navegação. Mas a categoria entrou num planalto. Os novos modelos são melhores, só que raramente surpreendem. As câmaras ganham mais alcance, os ecrãs ficam mais brilhantes e os processadores executam as mesmas tarefas um pouco mais depressa. A inovação existe, mas deixou de mudar hábitos. Para a indústria tecnológica, essa estagnação é um problema. O mercado precisa de outro formato para voltar a crescer.
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