Adriano Correia de Oliveira: um cantor magistral que era um talentoso compositor

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O título não ilude: Adriano, A Obra. E é disso que pormenorizadamente fala: da obra de Adriano Correia de Oliveira (1942-1982), do primeiro ao último disco, sem o reduzir a uma só categoria: a de cantor, intérprete de canções alheias. Pois, como explica o autor no prefácio, “para além do magistral cantor” que todos conhecemos, Adriano “era um talentoso compositor e um bom guitarrista, que sabia defender muito bem e com muito bom gosto o que cantava”. Estas palavras são de Octávio Fonseca (crítico musical nos anos 70, n’A Memória do Elefante e no Mundo da Canção, radialista nos anos 80 e 90 e músico amador até hoje), que depois de assinar volumosos e cuidados livros sobre José Afonso, Carlos Paredes e Luís Cília para a editora Tradisom, assina agora este volume dedicado à obra de Adriano, com 175 páginas e a integral da obra gravada, em cinco CD.

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