José Pedro Aguiar-Branco criticou os discursos populistas, que colocam o poder político como o pior do que existe no país. Com ironia, disse que “não bastava [aos políticos] declararmos rendimentos, era preciso declarar publicamente se a mulher ou marido é rico, se o primo é pobre, se o enteado é empresário” e “se a casa tem elevador, quantas casas de banho [tem], se tem empréstimo, se o empréstimo é com taxa fixa, se é bonificado”, numa referência às casas de banho da casa do primeiro-ministro, Luís Montenegro.
A expressão de Aguiar-Branco conclui que os políticos tornaram, “tantas vezes”, a “vida política num reality show” e que foram sempre “aceitando a ideia de que os políticos estão sempre a esconder qualquer coisa”. “Os políticos que defenderam e advogaram a presunção de inocência para os cidadãos do dito país real, são os mesmos que defendem e advogam a presunção de culpabilidade para todos os políticos”.
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