A Airbus reconhece o historial de cooperação entre a Força Aérea Portuguesa (FAP) e a indústria de defesa norte-americana, mas assinala que Portugal deve pesar o interesse europeu no processo de substituição dos F-16. Ao PÚBLICO, e ainda antes do vice-chefe do Estado-Maior da FAP, João Caldas, ter assumido publicamente a preferência daquele ramo das Forças Armadas pelos F-35 da Lockheed Martin, um responsável da construtora aeronáutica expôs os argumentos do Eurofighter na corrida à renovação da frota, com foco nas sinergias com Espanha, na autonomia europeia face aos Estados Unidos e num programa industrial que poderá contemplar a montagem de aviões em Portugal.
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