Já não é só um aviso, é o advento do que já vinha sendo antecipado pela Amnistia Internacional. A última edição do relatório A situação dos direitos humanos no mundo 2025-26, publicado esta terça-feira, já não fala de “desagregação iminente”, nem da “erosão dos limites do sistema internacional”. Fala de líderes predadores, que “assaltam as fundações do sistema”, para o desmantelar, em busca de “controlo, lucro e impunidade”, resume a secretária-geral da organização não-governamental (ONG), Agnès Callamard.
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