
O Brasil nunca esteve em risco de falhar a qualificação para o Mundial 2026. Ou esteve? A meio da longa caminhada que é participar nas qualificações sul-americanas, a única selecção com cinco títulos mundiais e que participou em todas as edições já ia no seu segundo treinador e tinha ganho menos de metade dos jogos – nos primeiros nove, divididos entre Diniz e Dorival, quatro vitórias, um empate e quatro derrotas, incluindo uma que nunca tinha acontecido, no Maracanã, com a Argentina. Quando o Brasil voltou a perder com os argentinos (sem Messi) por 4-1 no Monumental de Buenos Aires, a CBF puxou o gatilho com a solução que tinha na manga, Carlo Ancelotti, um dos mais titulados treinadores do futebol mundial, em fim de ciclo no Real Madrid, e o Brasil lá se qualificou para o Mundial.
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