Armas de Papel: a clandestinidade impressa na nova exposição da Ephemera

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A nova exposição daEphemera — Biblioteca e Arquivo de José Pacheco Pereira, dedicada à produção clandestina no Estado Novo, parte de uma ideia simples e perturbadora: durante 48 anos, em Portugal, “não se podia falar a verdade, tinha de se falar às escondidas”. Armas de Papel, com o subtítulo Imprensa e Publicações Clandestinas (1926-1974), que pode ser vista até 30 de Junho, reúne jornais, panfletos, boletins, cartazes — objectos que durante décadas constituíram instrumentos de resistência, mas também sinais de sobrevivência política.

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