Aymen Hussein, avançado da selecção do Iraque, ficou retido no aeroporto de Chicago durante quase sete horas, a ser interrogado. O futebolista foi submetido a um longo questionário por parte das autoridades norte-americanas à chegada da comitiva iraquiana aos EUA, onde vai participar no Campeonato do Mundo, e que durou, segundo um elemento próximo da selecção iraquiana, quase sete horas.
Após todas essas horas de interrogatório, Hussein foi, finalmente, autorizado a entrar no país, mas o mesmo não sucedeu com o fotógrafo oficial da selecção iraquiana, impedido de seguir com a restante comitiva, afirmou o mesmo elemento que trabalha para o Comité Olímpico Iraquiano mas que tem contactos próximos com a selecção de futebol do Iraque.
Ainda segundo o mesmo elemento, o telemóvel de Hussein foi inspeccionado o mesmo sucedendo ao do fotógrafo da comitiva iraquiana, que esteve retido mais de dez horas e acabou mesmo por ver a sua entrada nos EUA ser negada.
Por enquanto, ainda não houve nenhuma reacção ao sucedido, nem pela Federação Iraquiana de Futebol, nem pelo próprio Hussein, autor do golo que garantiu a qualificação dos iraquianos para o Mundial 2026, o mesmo sucedendo com as autoridades norte-americanas.
O Iraque volta a participar num Campeonato do Mundo de futebol depois da sua estreia na prova, há 40 anos. Hussein é o líder de uma equipa que, juntamente com ele tem, na frente de ataque, Ali Al-Hamadi (Ipswich Town) e os jovens Ali Jassim e Youssef Amyn.
O Iraque integra o Grupo I do Mundial, juntamente com a França, Senegal e Noruega. A prova, organizada conjuntamente pelo Canadá, México e EUA, arranca na quinta-feira.
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