Rui Borges? Fraco com os fortes. Esperem, com os fracos também. Bruno Lage? Um descomunicador nato a quem sempre faltou “fluidez” de jogo. José Mourinho? Ultrapassado, defensivo e o Pep Guardiola não aprecia. Farioli? Futebol opressivo e adepto do ferrolho, não autoriza os laterais a subir e ganhou (ganhou é uma maneira de dizer) um campeonato à defesa. Roberto Martínez? Voaram mais de três anos (1235 dias), e a selecção portuguesa insiste em não ser a selecção espanhola, apesar de possuir génio bastante para, em mãos competentes, ser o Brasil de 1982 e a Holanda de 1974. E ainda sobraria o suficiente para um Torreense de 2026.
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