Chapéus há muitos… e na Inglaterra do século XVII até valiam mais que dinheiro

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Decidir retirar o chapéu para cumprimentar alguém ou ao entrar num espaço público é, hoje, uma questão de preferência pessoal. Mas há 400 anos, recusar fazê-lo podia ser interpretado um acto de resistência política. Uma nova investigação publicada na revista The Historical Journal, editada pela Universidade de Cambridge, mergulhou a fundo em documentos, registos dos tribunais e na literatura da Inglaterra e revelou um mundo em que os chapéus eram mais do que meros acessórios de vestuário.

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