Pelo menos 14 pessoas morreram e 38 ficaram feridas, entre as quais cinco crianças, num ataque com explosivos numa auto-estrada perto de Cauca, no Oeste da Colômbia neste sábado. É mais um dos 26 registados nos últimos dois. As autoridades atribuíram o ataque a dissidentes do grupo guerrilheiro extinto Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
O governador de Cauca, Octavio Guzmán, escreveu no X que o ataque foi uma de várias acções criminosas registadas na província no sábado. “Cauca não pode continuar sozinho a enfrentar esta barbárie. Estamos perante uma escalada terrorista que exige respostas imediatas. Exigimos uma acção firme, sustentada e eficaz do Governo nacional face à grave crise de ordem pública que estamos a viver”, acrescentou.
A candidata presidencial Paloma Valencia, membro do partido de Centro Democrático e natural de Cauca, classificou o ataque como “terrorismo” levado a cabo por uma facção dissidente das FARC, que rejeitou o acordo de paz de 2016. “O Governo do Presidente Gustavo Petro não pode continuar a minimizar a violência nem a desmantelar o Estado”, afirmou. “Exigimos acção imediata, total apoio às nossas Forças Armadas e polícia, e resultados concretos.”
Petro, antigo membro do grupo de guerrilha urbana M-19, e cujo mandato presidencial chega ao fim a 31 de Maio, tem seguido uma política de “paz total” com grupos guerrilheiros, através de negociações e cessar-fogos intermitentes. Sobre o ataque, escreveu no X que foi levado a cabo por “terroristas, fascistas e traficantes de droga”. “Eles querem a extrema-direita: fascismo a governar a Colômbia, porque sabem que, com isso, vão conseguir conduzir os seus negócios ilícitos de cocaína.”
O Presidente colombiano disse ainda querer “os melhores soldados” a combater “este grupo de narcoterroristas”.
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