Inês Gaspar sempre achou o namorado “um bocadinho agarrado ao vício do jogo”. Chateava-se quando iam ver jogos de futebol e ele e os amigos estavam a jogar online ou quando iam jantar e o telemóvel não lhe saía das mãos. As apostas e as roletas pareciam demasiadamente presentes nas suas vidas, mas, quando o questionava, ele garantia que só gastava “10 ou 15 euros”, que o jogo era um entretenimento “com moderação”.
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