Ao ouvir o novo disco de Diana Vilarinho, há uma voz que antecede a dela na escuta: uma voz antiga, a entoar um fado. É um intróito que, só por si, nos dá a dimensão pessoal daquele que é o segundo álbum da jovem fadista, sucessor do álbum homónimo com que se estreou em 2021, produzido por Ricardo Ribeiro. Essa voz, que ouviremos de novo a fechar o disco, numa curta citação do tema popular Pezinho da vila (“eu tenho uma carta escrita, para ti cara bonita, não tenho por quem a mande”), conhecido como açoriano mas com possível origem no Alentejo, é da avó materna de Diana Vilarinho, hoje com 89 anos. Uma celebração e uma homenagem.
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