No dia mais bonito do nosso país, vi o nosso Presidente com o cravo vermelho ao peito e fiquei feliz. Não é um símbolo irrelevante, num tempo em que há quem prefira a ambiguidade de um cravo pousado, ou a rejeição frontal, com cravos de outra cor ou sem cravo algum. Seguro colocou-se, sem hesitação, do lado de Abril. E isso importa. Importa muito. Importam também os seus avisos recorrentes sobre os perigos que hoje ameaçam as democracias, que salientou também no seu discurso de posse. Importa que tenha trazido os jovens para o centro do discurso do 25 de Abril, falando-lhes diretamente, reconhecendo o peso da herança que recebem e a injustiça do mundo que encontram e da saúde mental. Importa, ainda, que fale das desigualdades salariais entre homens e mulheres, de pobreza, de saúde. As intenções são louváveis, mas a forma e o conteúdo ficaram aquém do que estes momentos exigem.
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