Um relatório feito por inspectores do Ministério Público, a pedido da anterior procuradora-geral da República, Lucília Gago, diz que três entidades nacionais responsáveis pelo pagamento de fundos europeus nem sempre denunciam as irregularidades que detectam no exercício das suas funções, mesmo quando elas são passíveis de consubstanciar a prática de crimes. O que acaba por acontecer é que essas irregularidades “só chegam ao conhecimento do Departamento Central de Investigação e Acção Penal vários anos volvidos após a sua prática, o que torna a investigação dos factos ainda mais difícil e morosa”, refere o documento, onde se admite que quer a Agência para o Desenvolvimento e Coesão quer o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas e a Estrutura de Missão Recuperar Portugal possam não estar “vocacionadas para essa aferição.”
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