Ana Paula tinha 49 anos e fazia parte da equipa que trata dos processos de adopção na Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, que chegou a liderar durante alguns anos. Tinha saído do trabalho e entrado, como era habitual, no Elevador da Glória. Naquele dia fatídico, 3 de Setembro do ano passado, combinara ir ao ginásio com uma amiga. E foi esta quem deu o alerta do seu desaparecimento, estranhando a sua ausência e o facto de não lhe atender o telemóvel.
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