José Teixeira parece o mecenas perfeito. Investiu 40 milhões de euros para inaugurar o primeiro museu de arte contemporânea em Braga, uma das cidades culturalmente mais activas do país, ao lado do Porto, de Lisboa e de Guimarães, que não está propriamente bem servida de museus do Estado central. E baptizou-o de forma a ninguém ter dúvidas de que este é um gesto político: “Muzeu – Pensamento e Arte Contemporânea dst”.
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