FC Porto e Sp. Braga já se defrontaram uma vez na final da Liga Europa. Aconteceu há 15 anos, em 2011, em Dublin, e deu mais um título europeu aos “dragões”, então treinados por André Villas-Boas, com Falcao a marcar o golo que fez a diferença. Esta final ainda pode repetir-se em 2026, em Istambul, mas, para que isso aconteça, “dragões” e “guerreiros” têm primeiro de saltar a barreira que têm pela frente nos quartos-de-final e nenhum deles pode dizer que tem a qualificação bem encaminhada, depois dos empates caseiros (ambos por 1-1) na primeira mão. Será longe de casa que terão de fazer prova de vida europeia, o FC Porto na terra de Robin dos Bosques, frente ao Nottingham Forest (20h, SPTV5), o Sp. Braga na Andaluzia, frente ao Betis de Sevilha (20h, TVI).
Há uma semana, no Dragão, o FC Porto parecia embalado para uma vitória tranquila sobre um adversário que luta para não descer na Premier League, depois de um golo de William Gomes logo aos 11’. Mas o disparate de Martim Fernandes dois minutos depois, com um passe atrasado com demasiada força e na direcção da própria baliza deixou o resultado nivelado. E assim ficou, apesar do domínio territorial e das oportunidades para marcar. Depois do autogolo, o FC Porto engasgou-se e não quebrou a equipa de Vítor Pereira, mesmo depois de Francesco Farioli meter em campo alguns dos titulares que tinha poupado.
Haverá nova poupança? Estará o técnico italiano a pensar em nova gestão de recursos, como tem feito quase sempre na Liga Europa? É que o FC Porto também tem a sua semana “louca” em que muita coisa se decide. Depois do Forest, terá no domingo uma recepção ao Tondela, no mesmo dia em que há derby entre Sporting e Benfica, seguindo-se, também no Dragão, o jogo da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal frente aos “leões”.
No outro lado deste duelo entre bicampeões europeus está o Forest, já a respirar um pouco melhor na Premier League (16.º, 33 pontos, três acima da linha de água), mas longe de estar a salvo da despromoção. E Vítor Pereira, não querendo abdicar da Liga Europa, admite que irá fazer alguma rotação a pensar no jogo de domingo com o Burnley.
“A gestão tem de se manter, mas não quer dizer que desistimos da Liga Europa, de estar nas meias-finais. Sou responsável e sei que daqui a três dias teremos um jogo importantíssimo, mas tenho a certeza de que a equipa que entrar vai querer ganhar o jogo”, frisou o técnico português antes de voltar a defrontar o clube onde foi bicampeão.
Regressa Zalazar
Há uma semana, o Sp. Braga também começou bem no primeiro embate com o Betis, em que o golo de calcanhar de Florian Grillitsch, logo aos 5’, prometeu coisas melhores para a equipa de Carlos Vicens. Mas o penálti convertido por Cucho Hernández, aos 61’, deixou a eliminatória frente ao Betis numa grande incógnita. Será no Benito Villamarín que os “guerreiros” terão de garantir a continuidade em prova para manterem o sonho de regressar a uma final europeia.
As ambições bracarenses em Sevilha são reforçadas com o provável regresso à equipa de Rodrigo Zalazar, ausente desde o final de Março. O médio ofensivo uruguaio, que é o melhor marcador do Sp. Braga (22 golos), voltou aos treinos sem limitações e será um reforço importante para o Sp. Braga marcar os golos que precisa a um Betis que está tranquilo na Liga espanhola – 5.º classificado – e que quer estar numa final europeia pela segunda época seguida – perdeu a final da Liga Conferência com o Chelsea.
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