O FC Porto derrotou neste domingo, o Estrela da Amadora por 2-1, na Reboleira, e aproximou-se um pouco mais da conquista do título de campeão nacional de futebol. Na penúltima deslocação da equipa de Francesco Farioli antes do final da época – só resta, agora, a saída à Vila das Aves para defrontar o último, tendo depois dois jogos no Dragão, com o Alverca e Santa Clara – os portistas somaram os três pontos mais uma vez sem deslumbrarem, mas sendo tremendamente competentes e eficazes.
Com apenas uma alteração em relação ao “onze” que defrontou o Sporting na meia-final da Taça de Portugal, na quarta-feira (Pepê surgiu no lugar de William Gomes), Farioli não teve receio de qualquer eventual desgaste físico dos “dragões”, que tinham pela frente uma equipa que precisava de pontos para se afastar da zona perigosa da classificação.
Consciente das suas limitações, o Estrela assumiu uma postura defensiva, com marcações individuais no seu meio-campo e entregando a bola ao FC Porto, ficando na expectativa do que os “dragões” fariam com ela, sabendo de antemão que os jogadores de Francesco Farioli têm sido mais perigosos neste campeonato em transições ofensivas do que com posses de bola prolongadas.
E os primeiros 15 minutos de jogo na Reboleira mostraram um FC Porto dominador, como seria de esperar, mas sem grandes ocasiões de perigo junto da baliza à guarda de David Grilo, titular à última hora devido à lesão de Renan Ribeiro no aquecimento. Os “azuis e brancos” procuravam romper a defesa do Estrela principalmente através do seu “abre-latas”: Pietuszewski. E foi, precisamente, numa das suas arrancadas que o FC Porto chegou ao primeiro golo da partida, depois de o jovem polaco ser derrubado em falta na área amadorense por Kevin Jansson. Penálti que Deniz Gül não despediçou, colocando os portistas onde desejavam, ou seja, na frente do marcador (17’).
O jogo não mudou a partir daí. O Estrela continuou a mostrar-se incapaz de importunar Diogo Costa, que teve uma tarde muito tranquila, sem fazer qualquer defesa até ao intervalo. Revelador de como os estrelistas foram inofensivos neste período e de como a pressão “azul e branca” foi eficaz.
Já o FC Porto continuou a ter a bola e a não criar grande perigo com ela, com excepção de quando ela ia ter aos pés de Pietuszewski. E, aos 38’, nova arrancada do polaco que foi de um flanco ao outro onde deixou a bola em Alberto Costa que cruzou de forma perfeita para a cabeça de Deniz Gül. Estava feito o 2-0.
O segundo tempo foi um pouco diferente. João Nuno promoveu três alterações ao intervalo e o Estrela conseguiu ter algumas saídas perigosas que poderiam ter tornado as coisas mais feias para o FC Porto. Primeiro, uma arrancada de Abraham Marcus (58’) a passe de Jovane Cabral (um dos que entrou ao intervalo), deixou-o na cara de Diogo Costa, mas o remate saiu a rasar o poste; depois Rodrigo Pinho avançou pela direita mas o remate cruzado foi ao ferro e, na recarga, Marcus acertou no mesmo poste com a baliza sem ninguém.
O Estrela ameaçava e voltou a fazê-lo com novo falhanço de Abraham Marcus (76’) que, na cara de Diogo Costa, falhou o remate, permitindo a defesa do guarda-redes português. O FC Porto começava a sentir o peso nas pernas e a pressão já não era tão eficaz. Já o Estrela melhorou com as alterações realizadas no intervalo, passando a ser capaz de sair da pressão portista e de aproveitar o espaço nas costas da defesa “azul e branca”.
Mas foi de bola parada que o Estrela chegou ao golo (79’). Um livre tenso de Van Hooijdonk foi desviado de forma subtil por Jovane, que fez o 2-1 e deixou a pairar a dúvida sobre o vencedor. E o FC Porto ainda vacilou nos minutos finais, mas não caiu.
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