Trocou a universidade pela política por sentir “urgência de acção”. Na academia poderia ter continuado “a imaginar, a reflectir sobre a realidade”, a “refinar teorias”, mas sentiu que seria melhor trazer a sua formação como sociólogo para a realidade concreta do dia-a-dia das decisões políticas. Já foi assim como presidente da Câmara da Praia, a capital cabo-verdiana, que lhe valeu um prémio de autarca do ano, quer que seja assim, agora, que se apresta para assumir o cargo de primeiro-ministro de Cabo Verde, depois da vitória do PAICV nas eleições de domingo.
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