Gabriel Ferrandini e Vânia Doutel Vaz mergulham na “magia humana” da improvisação

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É a primeira parelha, em 2026, do Zona Franca, ciclo criado por três instituições minhotas — o Theatro Circo e o gnration, em Braga, e o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães — que actualmente é desenvolvido apenas pelas duas últimas, e que assenta na premissa de juntar músicos e coreógrafos para uma criação a meias e interdisciplinar. O baterista Gabriel Ferrandini, nome destacado do jazz contemporâneo português, foi convidado a desafiar alguém com quem quisesse colaborar — entrou em contacto com a bailarina Vânia Doutel Vaz, que trabalha há já vários anos com Trajal Harrell (coreógrafo norte-americano que em 2024 recebeu o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tendo no mesmo ano vindo a Portugal apresentar The Köln Concert, espectáculo em torno da música de Joni Mitchell e, sobretudo, da de Keith Jarrett) e que nos últimos anos tem, ela própria, começado a desenvolver o seu trabalho enquanto coreógrafa.

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