Diz o ditado que “enquanto há vida, há esperança” e foi essa a atitude que o Governo decidiu adoptar em relação a “este PS” com “este secretário-geral”. Após o Conselho de Ministros — e enquanto a reforma laboral era discutida no Parlamento —, o ministro António Leitão Amaro insistiu que o executivo não tem parceiros preferenciais, e acusou os socialistas de estarem na “fase do contra e do empata”. Pelo meio, um quase elogio à liderança de Pedro Nuno Santos e aos “frutos” resultantes de aproximações passadas, como para o IRS Jovem ou no Orçamento do Estado.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Disclaimer : This story is auto aggregated by a computer programme and has not been created or edited by DOWNTHENEWS. Publisher: feeds.feedburner.com



