Há um ano, em Abril de 2025, saíam as notas dos exames aos centros de investigação: quase metade (40,5%) das unidades avaliadas teve “Excelente”, distinção máxima na avaliação. As verbas para apoiar a ciência produzida nestes laboratórios, no entanto, não mexeram muito na maioria dos casos. Os reflexos começam agora a ser vocais. Há centros de investigação, avaliados no mais alto patamar da ciência portuguesa, que fizeram as contas às despesas e ao dinheiro disponível e perceberam que ou têm de fazer cortes, ou não chega até ao final do ciclo de financiamento (em 2029).
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