Como falar hoje da violência da extrema-esquerda no período pós-revolucionário? Como tentar entender o que movia as Forças Populares 25 de Abril (FP-25), que nascem, aparentemente fora do tempo, no início da década de 80? Como olhar a violência – houve cerca de 20 vítimas, entre forças de segurança, civis e os próprios operacionais – e as operações de “recuperação de fundos”, leia-se assaltos a bancos? Como pôr um país a perguntar-se porque é que ainda não olhámos a sério para esta história que faz parte do nosso passado recente?
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