Kholodenko quase tão adorado como Sokolov

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O que levará um pianista como Vadym Kholodenko a escolher programas tão peculiares como o que apresentou na passada terça-feira na Casa da Música? Não pode ser apenas a vontade de se demarcar dos demais. Não é possível que não haja uma razão mesmo forte para que o inspirador pianista ucraniano tenha gravado, em 2023, uma transcrição do Requiem em ré menor K.626 (1791), de Mozart — sobretudo tratando-se de uma obra coral que chega até nós completada por outro que não o próprio Mozart —, circulando com ela por algumas das mais importantes salas de concertos do mundo ocidental. Interessar-lhe-á este jogo de acrescentar camadas de leitura, trabalhando uma transcrição de Karl Klindworth (1830-1916), datada de 1871, de uma partitura finalizada por Franz Xaver Süssmayr (1766-1803), a partir de melodias e anotações de Mozart (1756-1791)? Será o desafio de fazer música a partir de uma partitura não muito pianística?

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